FACEBOOK (Página X Perfil)
A diferença entre os dois pode ser o limiar entre o sucesso e o fracasso.
Ainda há muito questionamento a respeito da diferença entre páginas e perfis dentro do Facebook.
Como o meu foco neste texto é falar sobre empresas, fiz uma pesquisa dentro da rede social e encontrei perfis comerciais criados e sendo divulgados e me inspirei nestes erros para criar este texto.
De cara, já encontramos um problema que não é percebido por alguns e que pode prejudicar um negócio no futuro: o perfil tem o limite máximo de 5.000 amigos. A página não tem limite e pode ser curtida por qualquer pessoa. Quem não já viu um perfil com LOTADO escrito ao lado? Eu já vi alguns perfis empresariais assim.
Mais uma dificuldade para o seu negócio é que, para acessar um perfil, é necessário autorização do usuário. Para acessar uma página, basta acessar o link, curtir e os dados já se mostram disponíveis.
Isso mostra o real propósito de cada um: enquanto o perfil é pessoal e, geralmente, tem a intenção de ser divulgado, apenas, para pessoas conhecidas, a página tem o objetivo de ser pública e a intenção é divulgar para o maior número de pessoas dentro do perfil de público esperado. E a página ainda tem a vantagem de ser indexada nos sites de busca.
Para quem não tem conhecimento, o Facebook só permite a criação de perfis com caráter pessoal. Caso esta premissa não seja cumprida, a conta pode ser removida e todo o conteúdo será perdido, assim como os amigos. Acaba dando um trabalhão para recuperar as informações.
Em uma página, os dados e estatísticas podem ser mensurados. Tem uma aba chamada Insights com as informações disponíveis.
O que é muito bom para as empresas é que a página pode ser customizada e adequada à identidade visual do seu negócio. Além de todos os aplicativos disponíveis para facilitar esta mudança.
Para quem acha que vai ter dificuldades, uma boa notícia: a interface, tanto do perfil quanto da página, é parecida. O tempo de adaptação na mudança de um perfil para uma página é mínimo e as vantagens são inúmeras.
Para quem quer divulgar um negócio, vale a pena clicar um pouco mais para ter uma página!
E, por falar em Facebook, aproveitem e curtam a página da Maxima Comunicação: https://www.facebook.com/maximacomunicacao
Sucesso e boa quarta-feira!
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Email recheado de novidades
Promessa é dívida!
E, como já havia prometido desde o ano passado, criei um RADAR com novidades do mundo digital.
Para quem não quiser receber este RADAR, basta responder este email solicitando o cancelamento. As novidades só serão compartilhadas com as pessoas que tiverem real interesse no assunto.
Uma das novidades que encontrei hoje foi o http://www.brandmymail.com. Esta nova ferramenta possibilita que o usuário integre ao email: Twitter, YouTube, Facebook, Feeds, imagens e muito mais. Como não podia deixar de fazer, testei a ferramenta e o resultado é este email.
Na barra lateral, encontram-se as atualizações do Twitter. No topo, uma imagem criada por mim e, na base, a minha assinatura. Esta ferramenta pode ser personalizada de diversas maneiras e basta arrastar e soltar um componente que o layout será modificado. Pelo que vi, o BrandMyMail funciona, apenas, integrado com uma conta do Gmail, no momento.
Ao final dos emails, aparece um link para o site da ferramenta. Quem sabe, num futuro próximo, eles não lancem uma versão paga e esta publicidade possa ser removida…
Uma observação final é: tomem cuidado com a quantidade de emails enviada para que o servidor não bloqueie a sua conta por envio de spam.
Um bom domingo a todos.
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Quebrando o tabu
Para dar início ao trabalho, precisamos entender alguns conceitos básicos e outros que estão sendo divulgados mundo afora. Em primeiro lugar, marketing digital é, apenas, um nome fantasia para estratégias desenvolvidas com as ferramentas e plataformas disponíveis na web. Marketing é marketing e ponto final.
Em segundo lugar, rede social não é uma ideia nova, como muitos pensam. Quando você entrou na escola, certamente estava rodeado de coleguinhas de sala, coleguinhas estes que eram um exemplo de rede social. Mas o conceito de rede social também é utilizado para definir contatos existentes na web dentro de uma plataforma.
Se os conceitos são antigos, o que mudou?
Sendo o marketing o mesmo marketing de antigamente e a rede social percebida como uma ideia existente há muito tempo, o que vemos de diferente no processo é:
1. Consumidor
Estamos diante de um cenário no qual o consumidor é quem busca as empresas. Esta inversão influencia na maneira que a empresa deve comunicar-se com o seu público.
2. Aumento dos canais disponíveis para comunicação
Até a pouco tempo atrás, as empresas impactavam o seu público utilizando-se de algumas ferramentas, como: TV, cinema, rádio, mídia externa (outdoor, empena, etc.), material impresso e marketing direto (mala direta, call center, etc.).
“Hoje temos milhares de novos formatos e ferramentas disponíveis do que a 20-30 anos atrás e, portanto, fica cada vez mais difícil saber qual a melhor forma de atingir o seu público. Ao mesmo tempo em que fica mais complicado decidir qual usar, também fica mais fácil se aproximar destes consumidores, já que as ferramentas permitem segmentações mais complexas”.
Atualmente, estamos diante de um vasto leque de opções, como: You Tube, Twitter, Facebook, Email Marketing, Games, TV a cabo, Google, etc.
“Mesmo com todas estas novas possiblidades de comunicar a empresa, entender o que o seu público quer é o que vai determinar as ferramentas e plataformas a serem utilizadas”.
3. Pesquisa de mercado.
Quando falamos em ambiente digital, temos grandes vantagens no que se refere às pesquisas de mercado. Neste ambiente, o consumidor é um “colaborador” porque ele expõe as suas características, suas opiniões e as suas críticas diante dos fatos cotidianos. O monitoramento destas informações pode ser um pouco mais complicado, mas é muito mais preciso porque temos a verdadeira exposição das pessoas. Ninguém está fazendo uma pesquisa com elas. As pessoas estão expressando a sua opinião por vontade própria.
4. A mídia
Hoje, o assunto que está em voga é a mídia social. Não é para menos. Antes, tínhamos uma comunicação unilateral (empresa > consumidor) e hoje temos uma comunicação dispersa (empresa <> consumidor <> consumidor). A empresa pode até divulgar o seu produto, mas “a voz do povo” tem muito mais credibilidade do que uma empresa falando a respeito de um produto. Que mídia poderia ser melhor para divulgar o seu produto do que um consumidor satisfeito? O boca a boca positivo sempre foi um step para a comunicação tradicional, mas as pessoas falando bem de uma empresa na internet toma uma proporção exponencial. Todos acabam sendo formadores de opinião. Hoje as pessoas pesquisam na internet a opinião de outras antes de adquirir um produto. Agora, se uma empresa/produto não agradar a opinião pública, é melhor repensar internamente.
Porque a mão que afaga é a mesma que apedreja. Portanto, o melhor é tratar todos com o mesmo cuidado que você gostaria de ser tratado.
Voila!
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